A saúde mental perinatal continua a chegar tarde a muitas mulheres, ainda presa entre a idealização da maternidade e um sistema de cuidados que olha primeiro para o corpo e só depois para o sofrimento psíquico.
Em entrevista, Graça Gonçalves, coordenadora da Pós-graduação em Cuidados Integrados em Saúde Mental Perinatal da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa, defende uma abordagem integrada, capaz de cuidar da mãe, do bebé e da família antes que a exaustão se transforme em crise.