A saúde cerebral não se decide apenas nos laboratórios ou nos hospitais: começa nas condições de vida, no acesso à prevenção e na capacidade de fazer chegar os avanços científicos a toda a população. Neste artigo de opinião, Filipa Ribeiro, coordenadora da Licenciatura em Neurociências da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa, defende uma estratégia que una investigação, diagnóstico precoce, formação interdisciplinar e equidade nos cuidados.
Investir no cérebro: saúde para todos
Quarta-feira, julho 22, 2026 - 14:13
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Sapo Online